segunda-feira, 30 de junho de 2008
EURO 200 e oito
Só para chatear, decidi escrever um texto com o titulo EURO 200 e oito, sem que o conteudo tenha um cu a ver com o dito evento. Porquê? 2 razões:
Razão 1 - Acho piada a escrever EURO 200 e oito desta maneira e faço questão que os anormais que organizam tais eventos saibam, para corrigirem em 2012.
Razão 2 - Porque me apetece.
Assim sendo, e correndo o risco de causar espasmos no esfíncter anal a muitos doentes mentais que necessitam de ver um comentário sobre futebol ou sobre o governo a cada 2 minutos para sobreviver, vou escrever sobre... fogos.
Por incrível que pareça, (isto há coisas que não se entendem) temos o país de novo a arder.
Atenção, não tenho nada contra os fogos, e até acho que atear um fogo de vez em quando é como beber um copo de vinho tinto às refeições, não pode fazer senão bem. Mas começo a ficar preocupado, porque o povo português é um povo de hábitos e parecendo que não, eu acho que os fogos de verão já começam a ser vistos quase como tradição.
Também não tenho nada contra as tradições e aliás poucas coisas me alegram mais o dia do que festejar o S.António, o S.Pedro e o S.João e ver a gorda da vizinha de 250 kg a arder que nem uma porca seguida por uma vara de putos ranhosos aos gritos enquanto a casa é incenerada e a mobilia contribui para o aumento de biomassa no solo.
É isso e a consequente entrevista para um qualquer canal de televisão, com um dos flancos com queimaduras de terceiro (por extenso) grau, um cheiro a entremeada capaz de por o estômago do entrevistador às voltas, e uma velha carpideira a chorar baba e ranho, que por acaso mora a 120 km do local do incêndio mais perto, mas foi para ali verter líquidos e contar as desgraças da sua vida porque ouviu que a televisão ia lá estar.
A mim o que dá me a volta a tripa de uma maneira que fico com a sensação que abortei o baço e de que, possivelmente nunca mais haverá felicidade entre a bicheza que me habita nos intestinos, é a borreguisse por trás desta situação.
Acho piada, ao cidadão português, que passa 85% do seu tempo a dizer mal, (sendo desses 85%, 40% a dizer mal do governo e do sistema, 25% a dizer mal da merda de vida que leva, das horas de trabalho, do ordenado e da mãe do patrão, 15% a dizer mal da selecção nacional de futebol, e os restantes 5% a dizer mal de tudo o resto), 10% a comer e a beber, 4,9% a dormir, 0,075% a ser sexualmente activo, 0,024% a queixar-se da sua vida sexual e levar bordoada na cabeça para aprender a tar calado, e 0,001% a usar a massa encefálica para uma actividade que exclua as anteriores, e que se queixa porque ninguém faz nada, não há dinheiro para nada, e todos os anos é a mesma coisa.
Ora se esta paramécia trissémica tivesse a capacidade mental para memorizar algo que tivesse passado há mais de 10 milisegundos, recordar-se-ia que muito provavelmente, na sua terra (seja no campo ou na cidade), nunca deixou de haver dinheiro, ou vontade, ou braços, para se fazer festas, para comer e beber que nem um boi e para se levar lá o expoente máximo dos apoiantes do aborto, um qualquer cantor de música pimba, para o pessoal andar a cantar e dançar que nem uns perdidos.
Nessa altura esta criatura com um Q.I. tão elevado como um poço de petróleo, de bandulho cheio e mãos num qualquer glúteo de uma sua conterrânea, não se lembra de estrebuchar e está a usar aqueles 0,001% da sua capacidade cerebral, parte essa do cérebro que lhe ocupa a área de um amiba anórectica e que se encontra dissolvida nesse momento em cerveja e vodka rasca.
Claro está, que o caso muda de figura, quando a vizinha de 250 kg decide entrar pela casa do caro acerebrado adentro, arrombando a porta, atropelando os 2 rottweilers que estavam descansaditos no quintal a fazer uns cocós, e incenerando a chafarica nem sendo capaz de fazer com que a sogra (que repousava no primeiro andar) batesse a bota. Aí sim, há bardajisse a dar com um pau.
Talvez, diria eu, à laia de sugestão, que índevíduos assim deviam ser abatidos à coronhada, porque nem merecem o gasto do chumbo, mas, os nossos iluminadíssimos antepassados, desenvolveram uma maneira bem mais proveitosa de lidar com este espécimes: dar-lhes grandes festas para que usem os seus potenciais cerebrais (deixando-os num estado perto do coma com o esforço), de maneira a que quando alguém se lembrar de fazer fogueiras debaixo de pinhais cerrados, a metro e meio de uma zona residencial, o melhor que se pode fazer é ir grunhir para debaixo das câmaras de televisão e esperar que o Zoo abra uma conta para proteger espécies em via de extinção.
Não me fodam!
Enquanto o maior esforço que fizer-mos for mandar bitaites e dizer mal, toda a merda há-de nos cair em cima e a culpa é tanto nossa como de quem nos manda a dita para cima. Aliás será mais nossa porque deixa-mos que nos enterrem em merda.
Viva Portugal!
P.S: Quem achar que eu sou bruto, rude, insencível, sarcástico, mal-educado e contra os santos populares e outras festas afins, devia ser enfaixado por uma traineira e nunca mais andar direito na vida.
O melhor para vocês e para os vossos.
Razão 1 - Acho piada a escrever EURO 200 e oito desta maneira e faço questão que os anormais que organizam tais eventos saibam, para corrigirem em 2012.
Razão 2 - Porque me apetece.
Assim sendo, e correndo o risco de causar espasmos no esfíncter anal a muitos doentes mentais que necessitam de ver um comentário sobre futebol ou sobre o governo a cada 2 minutos para sobreviver, vou escrever sobre... fogos.
Por incrível que pareça, (isto há coisas que não se entendem) temos o país de novo a arder.
Atenção, não tenho nada contra os fogos, e até acho que atear um fogo de vez em quando é como beber um copo de vinho tinto às refeições, não pode fazer senão bem. Mas começo a ficar preocupado, porque o povo português é um povo de hábitos e parecendo que não, eu acho que os fogos de verão já começam a ser vistos quase como tradição.
Também não tenho nada contra as tradições e aliás poucas coisas me alegram mais o dia do que festejar o S.António, o S.Pedro e o S.João e ver a gorda da vizinha de 250 kg a arder que nem uma porca seguida por uma vara de putos ranhosos aos gritos enquanto a casa é incenerada e a mobilia contribui para o aumento de biomassa no solo.
É isso e a consequente entrevista para um qualquer canal de televisão, com um dos flancos com queimaduras de terceiro (por extenso) grau, um cheiro a entremeada capaz de por o estômago do entrevistador às voltas, e uma velha carpideira a chorar baba e ranho, que por acaso mora a 120 km do local do incêndio mais perto, mas foi para ali verter líquidos e contar as desgraças da sua vida porque ouviu que a televisão ia lá estar.
A mim o que dá me a volta a tripa de uma maneira que fico com a sensação que abortei o baço e de que, possivelmente nunca mais haverá felicidade entre a bicheza que me habita nos intestinos, é a borreguisse por trás desta situação.
Acho piada, ao cidadão português, que passa 85% do seu tempo a dizer mal, (sendo desses 85%, 40% a dizer mal do governo e do sistema, 25% a dizer mal da merda de vida que leva, das horas de trabalho, do ordenado e da mãe do patrão, 15% a dizer mal da selecção nacional de futebol, e os restantes 5% a dizer mal de tudo o resto), 10% a comer e a beber, 4,9% a dormir, 0,075% a ser sexualmente activo, 0,024% a queixar-se da sua vida sexual e levar bordoada na cabeça para aprender a tar calado, e 0,001% a usar a massa encefálica para uma actividade que exclua as anteriores, e que se queixa porque ninguém faz nada, não há dinheiro para nada, e todos os anos é a mesma coisa.
Ora se esta paramécia trissémica tivesse a capacidade mental para memorizar algo que tivesse passado há mais de 10 milisegundos, recordar-se-ia que muito provavelmente, na sua terra (seja no campo ou na cidade), nunca deixou de haver dinheiro, ou vontade, ou braços, para se fazer festas, para comer e beber que nem um boi e para se levar lá o expoente máximo dos apoiantes do aborto, um qualquer cantor de música pimba, para o pessoal andar a cantar e dançar que nem uns perdidos.
Nessa altura esta criatura com um Q.I. tão elevado como um poço de petróleo, de bandulho cheio e mãos num qualquer glúteo de uma sua conterrânea, não se lembra de estrebuchar e está a usar aqueles 0,001% da sua capacidade cerebral, parte essa do cérebro que lhe ocupa a área de um amiba anórectica e que se encontra dissolvida nesse momento em cerveja e vodka rasca.
Claro está, que o caso muda de figura, quando a vizinha de 250 kg decide entrar pela casa do caro acerebrado adentro, arrombando a porta, atropelando os 2 rottweilers que estavam descansaditos no quintal a fazer uns cocós, e incenerando a chafarica nem sendo capaz de fazer com que a sogra (que repousava no primeiro andar) batesse a bota. Aí sim, há bardajisse a dar com um pau.
Talvez, diria eu, à laia de sugestão, que índevíduos assim deviam ser abatidos à coronhada, porque nem merecem o gasto do chumbo, mas, os nossos iluminadíssimos antepassados, desenvolveram uma maneira bem mais proveitosa de lidar com este espécimes: dar-lhes grandes festas para que usem os seus potenciais cerebrais (deixando-os num estado perto do coma com o esforço), de maneira a que quando alguém se lembrar de fazer fogueiras debaixo de pinhais cerrados, a metro e meio de uma zona residencial, o melhor que se pode fazer é ir grunhir para debaixo das câmaras de televisão e esperar que o Zoo abra uma conta para proteger espécies em via de extinção.
Não me fodam!
Enquanto o maior esforço que fizer-mos for mandar bitaites e dizer mal, toda a merda há-de nos cair em cima e a culpa é tanto nossa como de quem nos manda a dita para cima. Aliás será mais nossa porque deixa-mos que nos enterrem em merda.
Viva Portugal!
P.S: Quem achar que eu sou bruto, rude, insencível, sarcástico, mal-educado e contra os santos populares e outras festas afins, devia ser enfaixado por uma traineira e nunca mais andar direito na vida.
O melhor para vocês e para os vossos.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Esclarecimentos...
Tornou-se necessário, devido a alguma polémica relacionada com o nome do do Blog, maioritariamente trazida à tona por ambientalistas radicais e puritanos das ciências biológicas com a mania que são espertos, gastar algum do meu tempo a prestar esclarecimentos para ver se nos entendemos e se poupo o trabalho de gastar as pontas dos dedos a repetir vezes sem contas o que para mim me parece óbvio.
Darei pois resposta a algumas das FAQ que me foram colocadas.
Nota: Antes de mais, esta será o ultimo artigo em que utilizarei a expressão "FAQ" neste blogue, sendo esta substítuida pela sua correspondente em português "PFF". O porquê? Experimentem dizer "FAQ" várias vezes seguidas e contem-me o resultado.
Parece que estão a mandar algém ir foder e que ainda por cima têm um defeito de pronuncia.
Assim sendo:
PFF 1: Porque é que este Blog se chama "Pesca Gnu's" e não "Caça Gnu's"?
R: Acontece que o criador de blogs não aceita o ç e só a ideia de existir um blog chamado "Caca Gnu's" mexe com a minha estabilidade nervosa.
PFF 2: Sendo o Gnu (ou boi-cavalo), um mamífero ungulado do género Connochaetes que habita nas planícies africanas, não parece inverosímil que seja pescado?
R: Talvez pareça díficil, mas faça-mos o seguinte raciocínio: O Gnu é o ser vivo de todos os que habitam a terra que mais se parece com a sogra. É horrivelmente feio, cheira mal, só serve para ser comido (por outros que estejam acima na cadeia alimentar e claramente a morrer de fome. Deus nos salve.), tem um bafo que mata, está sempre pronto a dar-te com os cornos ou a pensar numa maneira de te dar um coice, e usa aquela barbicha irritante, que não se parece com nada e que no entanto te dá vómitos de cada vez que a vez.
Ora, como o meu amigo deve saber, as sogras são anfíbias. Já foram avistados espécimes desta laia em quase todos os climas conhecidos, desde as estepes siberianas até aos desertos africanos.
Vários cientistas defendem que a migração dos hóminidios que antecederam o homem, e a sua expansão por todo o mundo se deveu maioritariamente a uma ameaça iminente, confirmada por registos fósseis, devido a um aumento drástico do numero de sogras em África.
Existe um estudo a decorrer de momento que tenta provar que a migração dos povos bárbaros que invadiram o imperio romano no século V, foi na verdade uma tentativa de fuga desesperada aos Hunos de Átila, que por sua vez fugia deseperadamente da sua sogra.
Eu próprio estou convencido que o resgate do soldado Ryan foi tão díficil porque ele próprio usou a guerra como fuga de emergência a uma sogra do pior, e decidiu fazer pirraça, apesar de o filme de Spielberg não revelar estas informações.
Isto tudo para provar o grande poder adaptativo que permitiu às sogras, assim como aos seus entes mais semelhantes, os Gnus, o domínio de uma grande variedade de meios, inclusive o aquático, razão pelo qual podem ser pescados.
P.S: Para que o caríssimo mamífero ungulado que escreveu esta pergunta idiota fique a saber, boi-cavalo deve ter sido a alcunha da sua mulher na universidade, e apesar de toda a connocheat que lhe deve ir na cabeça, parece-me inverosímil que se tenha apaixonado por alguém como o caríssimo. O que me leva a dar-lhe os parabéns pois deve ter uma situação financeira upa upa.
PFF 3: Como é que se pesca um Gnu?
R: As técnicas são variadas. Há quem use a tradicional cana, simples de usar, precisando apenas de linha, anzol e isco (o mais usado costuma ser um fardo de erva fresca, ou uma couve de bruxelas, categoria B, oriunda da Guatemala, porque é mais barata), mais utilizada para consumo próprio, uma vez que apenas se apanha um Gnu de cada vez, ou com sorte, dois se estiverem a acasalar ou se uma Gnu estiver grávida; há quem pesque com rede, mas apesar de esta técnica ter a vantagem de permitir apanhar uma maior contidade de Gnus (manadas por vezes), tem o risco de poder apanhar acidentalmente outras criaturas que possam ficar retidas nas redes e consequentemente estragar o gosto característico do Gnu, como a Zebra, a suricata ou o Gafanhoto entre outros. Os caçadores africanos mais ousados utilizam ainda a lança ou a moca, aguardando nas margens dos grandes lagos, ou nas suas embarcações (se quiserem apanhar Gnus de águas mais profundas), e dando-lhes uma valente cacetada quando estes inevitávelmente vêm à superfície respirar.
Espero ter esclarecido as dúvidas colocadas, e espero que idiotas como os que as colocaram sejam espezinhados furiosamente por uma manada de Gnus (se viverem em África ou perto de um Zoo), ou por uma manada de Sogras se residirem num local que não satisfaça as condições anteriores.
Partam uma perna.
Darei pois resposta a algumas das FAQ que me foram colocadas.
Nota: Antes de mais, esta será o ultimo artigo em que utilizarei a expressão "FAQ" neste blogue, sendo esta substítuida pela sua correspondente em português "PFF". O porquê? Experimentem dizer "FAQ" várias vezes seguidas e contem-me o resultado.
Parece que estão a mandar algém ir foder e que ainda por cima têm um defeito de pronuncia.
Assim sendo:
PFF 1: Porque é que este Blog se chama "Pesca Gnu's" e não "Caça Gnu's"?
R: Acontece que o criador de blogs não aceita o ç e só a ideia de existir um blog chamado "Caca Gnu's" mexe com a minha estabilidade nervosa.
PFF 2: Sendo o Gnu (ou boi-cavalo), um mamífero ungulado do género Connochaetes que habita nas planícies africanas, não parece inverosímil que seja pescado?
R: Talvez pareça díficil, mas faça-mos o seguinte raciocínio: O Gnu é o ser vivo de todos os que habitam a terra que mais se parece com a sogra. É horrivelmente feio, cheira mal, só serve para ser comido (por outros que estejam acima na cadeia alimentar e claramente a morrer de fome. Deus nos salve.), tem um bafo que mata, está sempre pronto a dar-te com os cornos ou a pensar numa maneira de te dar um coice, e usa aquela barbicha irritante, que não se parece com nada e que no entanto te dá vómitos de cada vez que a vez.
Ora, como o meu amigo deve saber, as sogras são anfíbias. Já foram avistados espécimes desta laia em quase todos os climas conhecidos, desde as estepes siberianas até aos desertos africanos.
Vários cientistas defendem que a migração dos hóminidios que antecederam o homem, e a sua expansão por todo o mundo se deveu maioritariamente a uma ameaça iminente, confirmada por registos fósseis, devido a um aumento drástico do numero de sogras em África.
Existe um estudo a decorrer de momento que tenta provar que a migração dos povos bárbaros que invadiram o imperio romano no século V, foi na verdade uma tentativa de fuga desesperada aos Hunos de Átila, que por sua vez fugia deseperadamente da sua sogra.
Eu próprio estou convencido que o resgate do soldado Ryan foi tão díficil porque ele próprio usou a guerra como fuga de emergência a uma sogra do pior, e decidiu fazer pirraça, apesar de o filme de Spielberg não revelar estas informações.
Isto tudo para provar o grande poder adaptativo que permitiu às sogras, assim como aos seus entes mais semelhantes, os Gnus, o domínio de uma grande variedade de meios, inclusive o aquático, razão pelo qual podem ser pescados.
P.S: Para que o caríssimo mamífero ungulado que escreveu esta pergunta idiota fique a saber, boi-cavalo deve ter sido a alcunha da sua mulher na universidade, e apesar de toda a connocheat que lhe deve ir na cabeça, parece-me inverosímil que se tenha apaixonado por alguém como o caríssimo. O que me leva a dar-lhe os parabéns pois deve ter uma situação financeira upa upa.
PFF 3: Como é que se pesca um Gnu?
R: As técnicas são variadas. Há quem use a tradicional cana, simples de usar, precisando apenas de linha, anzol e isco (o mais usado costuma ser um fardo de erva fresca, ou uma couve de bruxelas, categoria B, oriunda da Guatemala, porque é mais barata), mais utilizada para consumo próprio, uma vez que apenas se apanha um Gnu de cada vez, ou com sorte, dois se estiverem a acasalar ou se uma Gnu estiver grávida; há quem pesque com rede, mas apesar de esta técnica ter a vantagem de permitir apanhar uma maior contidade de Gnus (manadas por vezes), tem o risco de poder apanhar acidentalmente outras criaturas que possam ficar retidas nas redes e consequentemente estragar o gosto característico do Gnu, como a Zebra, a suricata ou o Gafanhoto entre outros. Os caçadores africanos mais ousados utilizam ainda a lança ou a moca, aguardando nas margens dos grandes lagos, ou nas suas embarcações (se quiserem apanhar Gnus de águas mais profundas), e dando-lhes uma valente cacetada quando estes inevitávelmente vêm à superfície respirar.
Espero ter esclarecido as dúvidas colocadas, e espero que idiotas como os que as colocaram sejam espezinhados furiosamente por uma manada de Gnus (se viverem em África ou perto de um Zoo), ou por uma manada de Sogras se residirem num local que não satisfaça as condições anteriores.
Partam uma perna.
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