Contagem para o Fim do Mundo

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mariquices do além

Hoje é dia 24 de Outubro de 2008…. O mundo acabou há cerca de 19 dias, 7 horas, 32 minutos e 51 segundos, mas daqui a pouco já foi à 19 dias, 7 horas, 33 minutos e 01 segundos e passado mais um pouco há de ter acabado à 19 dias, 7 ho… vocês perceberam a ideia.

Aos portantos, este é o primeiro post do pesca gnu’s redigido do além. Para quem não é bom a geografia o além é mais ao menos entre o aquém, e o longe para burro perneta com pé de atleta e tosse convulsa.

Daí, este post ter demorado quase 20 dias a chegar, meramente porque os serviços de correio do além são uma bela trampa e já não bastavam os impostos e o preço dos combustíveis e estes gatunos ainda cobram feio por mandar um post merdoso destes do além para o pesca gnu’s.

Enfim… é uma tristeza descobrir que findo o mundo, quer o além quer o aquém são tal como a terra lugares cheios de incapacitados como os que habitualmente vêm o pesca gnu’s.

Sinceramente sinto-me um pouco enganado… Todas aquelas paneleirices “ah e tal o além é um sítio muito bonito com muita paz e muita harmonia” e seria de esperar que esta merda em toda a sua perfeição tivesse cheio de gajas boas e não tivesse paneleiros, uma vez que as igrejas são todas contra os maricas (os sacerdotes não querem que lhes tirem a exclusividade).

Uma pessoa vem para o além à espera disso, de não pagar impostos, de não ter vizinhos barulhentos, de não apanhar transito para o emprego, de apanhar sempre bom tempo, de viver à grande e à romena (que a francesa está falida), e esta merdice é tudo ao contrário do que deve ser, parece a terra mas com uma quantidade de gajas boas inferior.

Sendo um consumidor assíduo fui queixar-me ao senhor Pedro (vulgo S.Pedro), que parece que é o representante dos condóminos desta praça, e que se revelou para além dum azeiteiro, um cabresto de primeira e após muita discussão, nomes aos familiares e amigos e pragas variadas e inventivas, conclui que o barbudo está metido num esquema manhoso de prostituição e tráfico de mulheres para o mais além.

Assim sendo, esta merda ficou entregue aos que como eu foram intrujados e a toda a corja de anormais que se pode imaginar e que pelos motivos mais estapafúrdios aqui veio deixar rasto.

Uns dos espécimes que mais me irritam (e é tal e qual a terra) são os condutores de autocarros.

Nunca vi profissão teoricamente tão máscula (ali conduzir o dia inteiro) a ser tão enconada com esta. Esta merda a que muitos chamam paraíso tem as estradas apertadas e estes energúmenos aproveitam-se desse facto para darem azo à homossexualidade laboral, trocando acenos maricas e conversa sobre as mulheres e os filhos durante meia hora, tendo o passageiro que se sujeitar esta palhaçada por não trazer à mão uma arma de fogo e a carta de pesados.

O auge do meu desagrado com a minha estadia aqui deu-se quando por acaso me dirijo ao pesca gnu’s e vejo que nos restos mortais do nosso amado planeta, a vida passou este teste apocalíptico, e logo a vida estúpida.

Estou neste momento à procura de residência para mim, a Maria e os 5 catraios no que restou da terra, para pôr um fim a este flagelo.

Tereis notícias minhas.

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