A todos aqueles cefalópodes que acham que o Pesca Gnu’s é um espaço que prima pela alta concentração de informação residual e sem interesse, o post de hoje promete causar erecções a esse apêndice tosco e atrofiado que tendes entres as pernas e que não levantais desde o 25 de Abril de 1974.
“Eh lá!” – pensa já o público feminino do Pesca Gnu’s enquanto chama o namorado/marido/padeiro e se enche de esperança de comemorar o dia da Liberdade com o acto do coito legendado em romeno rude.
Hoje (para entrar na moda) vamos falar de economia. Na verdade, eu vou falar e vocês vão ouvir que da última vez que me misturei com leitores do Pesca Gnu’s apanhei herpes labial e dou graças aos meus 20 cm de pecado por ser só labial. Gente porca.
Portanto, hoje vou explicar às vossas mentes limitadas o porquê de os avós dos vossos filhos terem sido despedidos da fábrica onde trabalham e/ou estarem a receber pensões de merda, o porquê de vocês terem 35 anos e ainda estarem à procura do 1º emprego, e o porquê dos vossos piquenos irem acabar os estudos no 6º ano e serem presos 3 anos mais tarde por posse de droga. E tudo isto (rejubilem) recorrendo a uma parábola como os nossos sábios catequistas usaram para nos explicar os desígnios insondáveis do senhor.
Imaginai portanto que cada empresa no nosso país é uma velhinha. Agora imaginem que existem vários tipos de velhinhas, as piquenas velhinhas, as velhinhas médias e as velhinhas grandes.
Para recebermos como isto funciona devemos saber que das velhinhas existentes, a larga maioria são piquenas e médias velhinhas e que só uma pequena parte são velhinhas grandes, velhas estas, que por serem grandes ocupam boa parte do espaço total disponível, obrigando as piquenas e médias velhinhas a ficarem apertadinhas e a comungarem ranhoca e outros fluidos corporais que a idade já não permite reter.
Fig 1 - O crime organizado entre as Velhinhas Gordas ameaça severamente as piquenas e médias velhinhasAssim sendo, facilmente se percebe que as velhas grandes e gordas vivem melhor que as restantes, uma vez que têm mais espaço e índices de colesterol que permitem impor-se às velhinhas subnutridas.
Mas o espaço não é o único recurso vital para as velhinhas! Há também as papas de aveia! A paparoca, a bucha! Tão ou mais importante que o espaço.
E agora vejamos, aqui está o cerne da questão. Embora algumas velhinhas consigam alimentar-se sozinhas, a maioria, por sofrer de doenças próprias da idade (Alzheimer, Parkinson, Lepra, Escorbuto, etc.) espera que o estado lhes leve a paparoca à boca.
Ora, o tio Sócrates que é amigo e tem jeito para a cozinha, prepara uns guisados com baixo teor em gorduras saturadas, e vai de, em jeito de incentivos e subsídios dar a malga às velhas.
E o que acontece agora!? O problema devia ficar resolvido! Mas não. Acontece que, como foi dito antes as velhas escanzeladas e marrecas são a maioria das velhas do país (logo empregam uma quantidade total maior de trabalhadores), o que é um problema, porque quando a paparoca é atirada ao ar como milho aos pombos, as velhas obesas e gordurosas rebolam para cima das cadavéricas, criando contusões múltiplas e apanhando a maior parte do bolo, não se inibindo em usar os braços balofos para estrangular as piquenas e médias velhinhas com o intuito de as fazer regurgitar o que já paparam, com placa e tudo.
Protejam as piquenas e médias velhinhas!!!
Carpacinto Estruliano
P.S: Se achas que a economia não interessa a ninguém, que os catequistas não tem um saber inato e divino, que parábola é uma curva idiota que se aprende em matemática, que a comparação velhinhas-empresas não faz qualquer sentido e/ou que eu não sou um génio da economia e sério candidato ao Nobel em 2010, havias de ter um AVC nas carótidas, saltar-te a tampa e ficares com os tapetes da casa todos empapados em miolos liquefeitos.
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