Contagem para o Fim do Mundo

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

+ de 160.000 profissionais, + de 9000 lojas, + de 68 países e 15 pessoas para fazer um anúncio

Sede bem vindos, criaturas peculiares que têm por hábito desgastar os vossos nervos ópticos à frente de um computador.

Como é hábito, hoje venho abordar um tema da mais alta importância e… esperem… não…peço desculpa… troquei os posts… o da mais alta importância é o próximo.

Assim sendo, como é hábito venho abordar um tema que não interessa a ninguém.

Entre vós, aqueles iluminados (leia-se de rendimentos reduzidos), que como eu fazem dos transportes públicos o seu meio de locomoção habitual, hão-de ter reparado num cartaz publicitário, de uma empresa que se gaba de ser “ a maior do mundo na mediação imobiliária”, mas cujo departamento de marketing é mais miserável que a praga de escavarelhos azuis comedores de cérebros do sahara ou que a epidemia de escorbuto encefálico das montanhas rochosas.

Vejamos um extracto do referido cartaz: (fig1,2 e 3)

 Bela pose sim senhor… e o bronze…. Upa upa…


 Que rebelde que este senhor de idade é ahn…? Elástico no pulso e tal… e o ir à praia mas só apanhar sol nos braços? Isto é uma arte meu caros.

E esta senhora…? Esqueceu-se de ir à depilação? Eu percebo. A mim também me acontece. E… Eh lá! Lá está um elástico preto no pulso direito!!! Isto deve estar na moda! Tenho de ir comprar o meu!!!


Quando se pensava que depois da invenção de repetir caras de 5 em 5 pessoas num anúncio o limite da parvoíce nunca mais seria superado, eis que o departamento de marketing e publicidade da “ …maior do mundo na mediação imobiliária” consegue superar todas as expectativas e levar a parvoíce a um novo patamar! Como? Repetindo o corpo de uma pessoa mas trocando a cabeça com a cabeça da pessoa três lugares atrás! Brilhante!

(fig 4)
Uhm… Não nos conhecemos noutro lado qualquer? Tenho a ideia que já vi a tua cara algures… Será que foi na televisão? Ou será que foi neste post no corpo de um indivíduo cabo-verdiano de porte atlético? Bem em todo o caso, o vermelho favorece-te… mas também pode ser de não teres pelos nos braços… e aquele elástico….

E agora o que todos querem saber!!! O que pode-mos fazer para nos salvar deste flage… não faço ideia…

A Associação para a Protecção dos Departamentos de Marketing Acéfalos (APDMA) apela a que não se faça nada…. que está bem assim… que se comermos mais verduras isto passa…

Eu sugiro que os membros da AGSVIP se mobilizem e contactem o grupo terrorista mais próximo da sua localidade em ordem a adquirir uma ou duas ogivas nucleares (em segunda mão que são mais baratas) para enviar numa carta registada para os senhores da empresa “séc*lo XXI”.

Fica a sugestão,

Uma boa semana,

Carpacinto Estruliano.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mariquices do além

Hoje é dia 24 de Outubro de 2008…. O mundo acabou há cerca de 19 dias, 7 horas, 32 minutos e 51 segundos, mas daqui a pouco já foi à 19 dias, 7 horas, 33 minutos e 01 segundos e passado mais um pouco há de ter acabado à 19 dias, 7 ho… vocês perceberam a ideia.

Aos portantos, este é o primeiro post do pesca gnu’s redigido do além. Para quem não é bom a geografia o além é mais ao menos entre o aquém, e o longe para burro perneta com pé de atleta e tosse convulsa.

Daí, este post ter demorado quase 20 dias a chegar, meramente porque os serviços de correio do além são uma bela trampa e já não bastavam os impostos e o preço dos combustíveis e estes gatunos ainda cobram feio por mandar um post merdoso destes do além para o pesca gnu’s.

Enfim… é uma tristeza descobrir que findo o mundo, quer o além quer o aquém são tal como a terra lugares cheios de incapacitados como os que habitualmente vêm o pesca gnu’s.

Sinceramente sinto-me um pouco enganado… Todas aquelas paneleirices “ah e tal o além é um sítio muito bonito com muita paz e muita harmonia” e seria de esperar que esta merda em toda a sua perfeição tivesse cheio de gajas boas e não tivesse paneleiros, uma vez que as igrejas são todas contra os maricas (os sacerdotes não querem que lhes tirem a exclusividade).

Uma pessoa vem para o além à espera disso, de não pagar impostos, de não ter vizinhos barulhentos, de não apanhar transito para o emprego, de apanhar sempre bom tempo, de viver à grande e à romena (que a francesa está falida), e esta merdice é tudo ao contrário do que deve ser, parece a terra mas com uma quantidade de gajas boas inferior.

Sendo um consumidor assíduo fui queixar-me ao senhor Pedro (vulgo S.Pedro), que parece que é o representante dos condóminos desta praça, e que se revelou para além dum azeiteiro, um cabresto de primeira e após muita discussão, nomes aos familiares e amigos e pragas variadas e inventivas, conclui que o barbudo está metido num esquema manhoso de prostituição e tráfico de mulheres para o mais além.

Assim sendo, esta merda ficou entregue aos que como eu foram intrujados e a toda a corja de anormais que se pode imaginar e que pelos motivos mais estapafúrdios aqui veio deixar rasto.

Uns dos espécimes que mais me irritam (e é tal e qual a terra) são os condutores de autocarros.

Nunca vi profissão teoricamente tão máscula (ali conduzir o dia inteiro) a ser tão enconada com esta. Esta merda a que muitos chamam paraíso tem as estradas apertadas e estes energúmenos aproveitam-se desse facto para darem azo à homossexualidade laboral, trocando acenos maricas e conversa sobre as mulheres e os filhos durante meia hora, tendo o passageiro que se sujeitar esta palhaçada por não trazer à mão uma arma de fogo e a carta de pesados.

O auge do meu desagrado com a minha estadia aqui deu-se quando por acaso me dirijo ao pesca gnu’s e vejo que nos restos mortais do nosso amado planeta, a vida passou este teste apocalíptico, e logo a vida estúpida.

Estou neste momento à procura de residência para mim, a Maria e os 5 catraios no que restou da terra, para pôr um fim a este flagelo.

Tereis notícias minhas.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O Fim está próximo....

É verdade... parece que é mesmo desta...

Caros leito... deficientes...

É chegada a hora...

Relatos recentes confirmam que devido a uma tempestade intestinal de proporções épicas ocorrida em Júpiter, um meteorito do tamanho de uma senhora de 422 kg grávida de heptagémeos, irá esfacelar-se contra a terra e destruir o planeta como o conhecemos.

O malfadado evento irá ocorrer no dia 5 de Outubro de 2008 por volta das 17 horas, 03 minutos e 39 segundos, prometendo fazer disparar os ataques de asma (devido ao pó), muito barulho (devido aos alarmes dos carros a disparar) e ainda (acabei de saber) foder o chá das 5 a muita tia por esse mundo fora.

Assim sendo, e também porque recebi uma chamada do CREDO (Centro de Recuperação para EstupidóDependentes Ómossexuais), instuitição cujos utentes correspondem a 100% dos visitantes deste blog, na qual me informaram que desde que o blog foi "congelado" em meados de Agosto, a taxa de suicídios entre os utentes tinha subido cerca de 753%, o que corresponde a um alarmante 1/8 de paciente suicidado, e que me fez repensar claramente a função social e moral deste blog...

Portanto... não porque tenha pena dos mentecaptos que gastam as retinas a olhar para a trampice que por aqui passa, porque sinceramente por mim morriam todos com um entupimento de rabanetes no duódeno, mas porque a minha maria está fora de fim de semana e porque num inexplicável acesso de compaixão e humanidade que não me atravessavam o ser desde que o Fidel Castro foi de boca ao alcatrão no meio das festividades em cuba, decidi dar a todos os miseráveis sem vida que lêm esta trampa a benesse e a felicidade de terem os ultimos dias de vida mais preenchidos.

Como tal é de anunciar que o Pesca Gnu's está novamente activo.

Sem mais de momento,

O melhor para vocês e para os vossos.


P.S: Se vos aborrece a prespectiva de irem morrer com um meteorito na placa dentária, contraiam o ébola e morram antes dele cá chegar. Se não souberem o que é um Ómossexual ou pensarem que por obra do acaso eu me enganei a escrever a palavra, atirem-se ao mar, de preferência na maré baixa.

Saude.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Criminalidade Inocente

Aaaaah... Agosto... Férias... Isto sim é vida...

Como qualquer português rude, doentio, sem pinga de imaginação, e com fome de inglesas semi nuas, fui passar 15 dias de férias ao algarve... aquela maravilhosa ex-província ultramarina que pelo jeito como as pessoas falam eu até diria que ainda é português, não fosse 70% da população do norte da europa.

Mas enfim...é sempre bom ir ao estrangeiro... Até me deu para aprender algumas palavras novas para chamar à esposa enquanto a açoito durante o amor. Isto há que viver a aprender.

E claro que aquele sonho, concretizado uma vez por ano, de ter que ameaçar de morte indivíduos totalmente desconhecidos assim como a sua descedência, para poder conseguir meia duzia de grãos de areia onde estacionar os glúteos é sempre estimulante.

É uma das coisas que eu admiro no Algarve no verão... fazer safaris e maraquisses para quê? Nada é mais selvagem do que dois indivíduos de meia idade (como eu) com uma turba de putos ranhosos atrás, a esposa, o casal de amigos (e obviamente a sua horda de putos ranhosos), a pretender possuir argumentos de masculinidade extrema, para que, tal como um animal que marca o seu território (leia-se meio metro quadrado de areia), possa afastar os seus rivais.

Obviamente, sendo eu mais evoluido que estes primatas em fim de carreira evolutiva, resolvo a situação facilmente, urinando na areia adjacente ao espaço que utilizo para apanhar o cancro da pele, fazendo com que todos aquelas tentativas de portadores de testículos fiquem a espumar e garantido todo o espaço que preciso para usufruir do espaço necessário para disfrutar a praia.

O que tem a sua piada. Principalmente tendo em conta que a densidade populacional numa praia algarvia no verão é maior do que a da amadora no resto do ano.

Agora, depois de deitar para aqui conversa fora, e depois de ter ouvido o neurónio 1 do par de neurónios a que vocês chamam cérebro, perguntar ao neurónio 2 porque é que este post tem o nome que tem, passo a explicar:

acontece que chegado eu ao mundo civilizado de novo, reparo que ainda andam a fazer notícia da criminalidade em loures... não percebo... gente que só se quer divertir, assim vá, conviver uns com os outros e com invólucros de chumbo... não faz mal a ninguém...é só partilha e amizade... esta gente das notícias é que tem a mania de ver desastres em tudo... ora criminalidade...

Como ultimo recado quero só dizer que se foram de férias para o algarve e tiveram de lutar pelo vosso meio metro quadrado de areia são uns rotos, aprendam a ser homens e deêm uso às gónadas. Se devido a intervenção cirúrgica, lepra, gravidade, ou qualquer outro fenómeno... chato que vos impeça de lhes dar uso, levem uma arma de fogo que costuma ter o mesmo efeito.

O melhor para vocês e para os vossos.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Mentalidade (Retrógrada)(rasurado) … Falta de,

Hoje venho bitaitar (novo verbo que será oficializado aquando se der o fim do período de adaptação do novo acordo ortográfico) sobre um assunto que me mexe com a flora intestinal com uma intensidade tal, que me faz entrar em período de contenção restrita, pelo que não defeco há quase uma semana.

Este estado, abundante em produtos parcialmente digeridos e absorvidos em que me encontro, deve-se à minha recente exposição a dois casos, flagrantes e gravíssimos, de uma condição a que chamarei “falta de mentalidade”, pois creio firmemente que os dois indivíduos que personificaram esta condição, aproveitando a legalização do aborto, abortaram a massa encefálica que porventura terão um dia carregado acima do pescoço.

Um dos indivíduos referidos, é o actual bastonário da ordem dos médicos que, aproveitando a confirmação da abertura de uma nova faculdade de medicina na universidade do Algarve, veio expor as suas preocupações sobre a formação de demasiados médicos…

Valha-nos a preocupação de homens com a integridade e inteligência deste senhor para salvar o país. Afinal é do conhecimento geral, a grande crise que a saúde atravessa em Portugal devido ao excessivo número de médicos no país.

É uma coisa insuportável! Quem é que nunca foi a um hospital ou centro de saúde e, quando ainda vai a caminho da recepção, atravessando uma sala de espera vazia, já está a ser chamado para ser atendido?! Ou quem é que nunca se cruzou com um médico formado numa universidade portuguesa, a trabalhar no macdonald’s e a dar-nos concelhos irritantes sobre hábitos alimentares enquanto nos atende?! E então as dezenas de médicos espalhados pelo país, que nos assediam nos semáforos, atirando-se para a frente dos carros com baldes e esponjas para nos limparem os vidros só com o intuito de nos extorquirem uma moeda de 20 cêntimos?!

Não não, senhor bastonário, tem razão! A actual situação dos médicos em Portugal é insustentável! Não podemos continuar a viver felizes, quando por haver tantos formados em medicina, milhares (dos mesmos) estão a viver abaixo do limiar da pobreza. Diria até que é um caso de crise social e de segurança nacional ao mesmo tempo, e talvez quem sabe até seja uma arma de destruição maciça, porque sabe-se lá o que é que um exército de médicos revoltados é capaz de fazer com máquinas de raio-x na mão! Tanto médico aí desamparado num qualquer beco… têm razão senhor bastonário, abaixo a nova faculdade de medicina! Buuu! Não queremos! Temos médicos a mais!

Aproveite e por solidariedade mande-se de um penhasco que cria mais uma vaga no já tão saturado de profissionais, sistema de saúde português.

Isto sinceramente é inacreditável…. como é possível, salvo por privilegiar os interesses próprios acima de tudo o resto, que alguém numa posição destas venha a público dizer tais animalidades? Espelha bem a falta de mentalidade que assola a nossa sociedade.

Vou-me escusar a mais comentários porque acho que já passei o ponto de vista….

O segundo dos indivíduos referidos, é uma jornalista de um jornal nacional, que teve a clareza de espírito de escrever um artigo cujo título é: “Eles são cientistas mas o Estado emprega-os nos seus laboratórios como técnicos superiores”. (o “eles” no título refere-se a doutorados)

Não me vou alargar muito, porque como disse, não evacuo faz quase uma semana e depois de processar a quantidade de deficiência que presenciei (o que demorou vários dias), preciso de me ir expressar para um recipiente de porcelana, mas não quero deixar de comentar este fenomenal título.

Gostava de saber o que é para esta criatura um cientista, presumindo eu pelo que vi, que a mera palavra ciência seja para ela o mesmo que a grande pirâmide para um bovídeo oriundo das montanhas rochosas.

Será, que nas nossas cabecinhas preconceituosas é preciso possuir-se um doutoramento para se ser cientista?!

Quereis ver que um sujeito, seja ele um mestrado, licenciado, técnico superior, ou detentor da 4ª classe, que faça investigação numa qualquer área científica não é cientista?

Gostava de saber onde é que esta alma foi buscar uma definição de cientista que diga que para o ser se necessita de ser doutorado. Haja gente preconceituosa e deficiente….

Só digo mais:

Falta de mentalidade!

O melhor para vocês e para os vossos.

Crós e Pontras

Aviso: Este post retrata uma história verídica baseada em factos fictícios.
Não se aconselha que este seja lido por menores, cardíacos e deficientes como vocês

Vagabundeava eu ontem no terreiro do paço a horas pouco próprias (tipo 3 da tarde), quando fui abordado por um indivíduo que prontamente se dispôs a carregar os meus pertences de valor (2 moedas de 1€ e 1 de 15 cêntimos) com medo que o peso dos ditos agrava-se a minha hérnia.

Enquanto decorria a transacção, fomos pondo a conversa em dia, falando de coisas casuais, o tempo, futebol, o governo, furúnculos nas virilhas, etc. Gastamos algum tempo naquilo, uma vez que o tipo até era simpático e de todo não era alguém com quem fosse desagradável ter uma conversa.

No entanto, após terminado o acto (a transacção) o indivíduo dirige-se a mim e diz-me: “Oh Carpacinto! Tu que até és uma pessoa inteligente, podias usar o teu blog para partilhares as tuas opiniões sobre os assuntos que comentas. Por exemplo, no teu ultimo post tiveste para ali a falar meio ano sobre a energia nuclear e eu fiquei sem saber se és contra ou a favor.”

Estragou tudo. Aquele sujeito com ar afável e navalha na mão era na verdade portador do perigosíssimo e altamente contagioso vírus da estupidez!

Dei comigo a gritar “polícia” no segundo a seguir, e o estafermo, entrando em pânico com a revelação súbita do ser verdadeiro ser, galopou sem olhar para onde ia durante cerca de 2,1 segundos, sendo de seguida enfaixado por um eléctrico que feito animal não viu chegar.

Feliz da vida, reparei os meus haveres do cadáver e agradeci (que isto há que haver educação), ao condutor do eléctrico, que apesar do seu heróico feito parecia angustiado, Expliquei-lhe a situação, reproduzindo a conversa que tivera com o individuo e a ameaça que a sua condição (estupidez) representava para uma cidade do tamanho de Lisboa, e como o vírus podia contaminar milhares do dia para a noite.

A sua disposição melhorou de imediato e ainda me ofereceu boleia, durante a qual fomos falando sobre tópicos de grande interesse, tais como o tempo, futebol, governo e furúnculos nas virilhas, entre outros. Bastante agradáveis aqueles momentos.

Chegando à minha residência pus-me a pensar. É preciso ter-se azar. Uma pessoa a ser assaltada e durante 90% do tempo de assalto está a ser tratado com educação, respeito e seriedade, e já quase no fim tinham de vir as ofensas. “Inteligente!?” – pensei eu. Inteligente era a mãezinha dele! E sugerir que eu viesse para aqui opinar?! Mas só podia ser parvo o homem. Inteligente e com opinião?! Mas está a chamar-me maricas?!

Para me poupar a novas situações como esta, e para que fique acento a todos os acéfalos que lêem este blog, o dito não é, nem se destina a ser, um blog dedicado à opinião cultura, ou por ventura ao humor.

Este é um espaço dedicado a…coiso.

Sendo coiso o que cada um entender melhor, sendo também que só o meu entendimento sobre esta questão tem validade.

Se não perceberam problema o vosso, são uma cambada de deficientes, se perceberam e não estão de acordo, espero que hajam eléctricos perto de vocês, se não perceberam mas abanam a cabeça como se tivessem percebido, muito bem! Estão no bom caminho.

O melhor para vocês e para os vossos.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Paraíso Nu(cu)lear

"Aaaah! Como é bom viver num país em que o cão de 3 cabeças, 2 caudas, sem pelo e com uma unha encravada nos traz o jornal de manhã mugindo de satisfação. Quase me faz ter saudades de Chernobyl, Hiroshima e Nagasaki, paraísos turísticos sem igual onde podemos desfrutar pedaços (literalmente) da cultura local e ganhar um bronze porreiro e quem sabe até um ou dois tentáculos para mostrar aos amigos.

Aaaah! Isto sim é qualidade de vida! Ou vida de qualidade. Já nem sei bem. É capaz de ser a radiação a fritar-me o cérebrozinho. Mas desliga-se o aquecedor (que está um frio daqueles) e liga-se a televisão para ver uma telenovela que já passa. O que é chato é esta comichão no traseiro, mas é capaz de ser aquele tumor do tamanho da cabeça do luisão que tenho na nádega direita. Nada que as tardes da julia ou os morangos com açúcar não resolvam.

Assim sim, é viver num país desenvolvido...".

Esta foi a contribuição de um indivíduo que conheci numa daquelas viagens ao futuro que se vendem agora naqueles pacotes maricas das agências de viagens. Este indivíduo, a quem chamarei senhor Gnu por questões de respeito pela anonimidade (acabei de criar porque sou um génio da criação. Temos pena ó Deus.) da pessoa, viverá em Portugal em 2000 e..... amanhã, e aceitou gentilmente contar-me o como é viver num paraíso nuclear, pelo que passo assim o seu testemunho, uma vez que a sua violenta morte (foi engolido pelo tumor que tinha na nádega e foi trucidado dentro do mesmo pelo cão de 3 cabeças quando este o veio chamar para o levar à rua e o dono não respondeu) não permite que ele o faça por si mesmo.

Parece... uhm.... apetitoso viver num lugar assim. - pensarão vocês depois de lerem este relato entusiasmante (e não viram vocês a beleza de pelo que aquele bichinho adorável tinha).

Adiante. Parece que voltou a surgir uma polémica digna dos bitaites dos maiores Gnus de Portugal e vamos lá ver onde é que isto tudo acaba. Ou começa...

Uma vez que possuo algum contacto com a alta sociedade Gnu (a minha sogra é pelo 2 ano consecutivo, presidente da ANGINA), tive a possibilidade de conhecer as opiniões e pontos de vista de grandes nomes da nossa nação.

Angelino Cautércio, provavelmente o operário de construção civil (trolha) mais conhecido do país (porque foi referido neste blog) respondeu desta maneira quando questionado sobre se era contra ou a favor da instalação de uma central nuclear no país: "Nucu o quê pá?!"

Conclui-se portanto, após este exaustivo, complexo, com grande aplicabilidade e extremamente exacto estudo, que a maior parte dos portugueses estão-se a defecar para a possibilidade de termos energia nuclear em Portugal, e possivelmente boa parte (e não estou a falar só de idosos e analfabetos) nem sabe o que isso é.

Coisa estranha num país em que quase metade da população não vota para gozar um domingo de praia.

Probably (para dizer que sei falar inglês e para a partir deste momento tornar este blog internacional), aqueles que tem algum interesse na matéria e que vêm importância na matéria, hão-de ser assediados por toneladas de informação e desinformação quer da parte de quem é a favor, quer da parte de quem é contra, e ao bom costume português aposto que antes de isto tudo acabar, Deus ainda vai ter opinião sobre o assunto e deixar muita gente infértil, com queda de cabelo e com torcicolos que é para aprenderem a não serem hereges.

No fim, há de acabar tudo com um referendo, mas desta vez, em vez de metade só há de ir votar 1/3 da população, porque abortar vá... é "cool" agora uma central nuclear... é coisa fraquita. Não vale a pena chatearmo-nos com isso.

Por ultimo, desejo a todos aqueles que não fazem senão dizer mal (excepto eu, claro), a todos os que não votam porque dá trabalho, aqueles para quem nuculear é uma marca de retretes ou de supositórios e para os que sofrem de problemas intestinais, que vos entre uma ogiva pelo anus dentro e vos desobstrua esse canal rectal badalhoco que vocês têm.

O melhor para vocês e para os vossos.


P.S: Já agora, antes que façam a pergunta estúpida (se não a fizeram já), ANGINA significa Associação Nacional de Gnus Instigadores do Nuclear. Cumprimentos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Violência (In)fantil

Estava hoje por acaso a apalpar um jornal, e dou de caras com uma notícia sobre violência nos namoros, segundo a qual cerca de 20% dos portugueses (de ambos os sexos entenda-se) entre os 15 e os 25 anos leva no toutiço e 30% afirma arrear no parceiro/a.


O meu desgosto foi tal que ainda agora estou com os beiços colados à ventoinha para ver se não me apago de vez. Esta notícia é calamitosa!

Já nem falo do desastroso clima social que permite que tal coisa aconteca, assim como a motivação que tal notícia dá à ASMA (Associação de Sado-Masoquistas Algarvia), para a qual aproveito para deixar um abraço compincha, mas acho que é de valor focar a idiotisse destes factos.

Ora vejamos, segundo este estudo cerca de 1/5 dos portugueses apanha, mas 1/3 dá... enfim... eu sei que a nossa matemática não é forte mas isto é... estupido....

Problemas matemáticos à parte, não é difícil perceber que realmente este tipo de fenómenos, apesar de não acontecerem exclusivamente em Portugal, são para além de frequentes, tolerados e por vezes até encorajados e respeitados pela e na nossa sociedade.

Possivelmente, se hoje um qualquer Neandertal vivesse, ficaria orgulhoso de ver que tantos milhares de anos após o seu auge, ainda existem descendentes capazes de honrar o seu nome.

Mas penso, que só para alguém muito ingénuo ou muito cego, é que esta notícia pode ser vista como uma novidade. Nós vivemos numa sociedade (quer a nivel rural quer citadino) em que é "in", é "cool" e dá status social, fumar (se for droga melhor), beber que nem um boi, contrair ou ter contraido pelo menos 15 doenças venéreas e obviamente arrear à grande (ou moderamente que é a noção de romantismo de muito boa gente) na namorada/o.

Evidente parece ser, que os rapazes se mostram mais susceptíveis as este tipo de pressões, e como tal são eles os maiores perpectuadores destes vergonhosos comportamentos, apesar de que ao que parece, o caso oposto (raparigas a agredirem os namorados) parecer estar a tornar-se cada vez mais frequente.

Até consigo ouvir os comentários das pessoas após verem o referido artigo: "Ai! Os jovens hoje são uns deliquentes! Uns reguilas! No meu tempo isto não era nada assim!!!".

Ora, meus caros, tá claro que nenhum português que tenha nascido no séc XX poderá dizer que no seu tempo não era nada assim. É verdade que o Alzheimer e outras doenças degenerativas do sistema nervoso proliferam, mas enquanto se lembrarem do vosso nome tenham juízo e lembrai-vos também do resto.

Quem dos senhores e senhoras, hoje dos seus 70s e 80s, poderá dizer que no seu tempo não havia crime juvenil, não havia insucesso escolar e não havia violência nos namoros?

Mais perto da verdade estariam se dissessem que não havia crime juvenil porque ninguém os apanhava, quando os apanhavam não era notícia, era raro quem ia há escola e a malta enfardava e calava. Mas pelo menos em relação à ultima parte têm razão. Tendo em conta que os jovens se casavam por volta dos 17 anos, acredito que a violência nos namoros fosse menor que hoje em dia, pois custa-me a acreditar que miudos de 11 anos andassem a bater nas suas prometidas.

Também os senhores e senhoras dos seus 30s e 40s, que nasceram ou cresceram nos loucos anos 70, não só não me parece que possam dizer que tais fenómenos não existiam no seu tempo, como curiosamente são os seus filhos que os estão a perpetuar. Há coisas curiosas ahn...?

Sugiro que se pense no porquê destes episódios existirem e persistirem em vez de se mandar bitaites, que para isso tou cá eu.

Quanto a mim, se vir um desses degenerados parto-lhe as pernas para ver se aprende.

Finda a trampa escrita, vou fumar um charro, beber 2 garrafas de vodka com a minha esposa, sair para espalhar a sífilis, e voltar para arrear na esposa que ela depois de bêbeda não se atura.

Amanhã vou relatar o meu feito ao IML (Instituto dos Machos Latinos) e subir uns quantos lugares no ranking dos homens com mais testosterona no sangue, e ser aclamado por umas boas dezenas de culturistas homossexuais. Isto sim é prestígio.

O melhor para vocês e para as vossas esposas.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Há ressonos e re-sonos...

Porra! Isto há coisas que deviam ser proibidas pelas autoridades em segurança mundial por serem ao mesmo tempo pouco éticas, de destruição maciça, e por foderem o juízo a uma pessoa.

Por estar a estudar fora da minha cidade natal, vivo numa residência de estudantes, na qual partilho as instalações e o oxigénio com mais uns quantos marmanjos/as que entre saídas, entradas, mudanças e permanências, vão me dando a possibilidade de conhecer algumas maravilhas evolutivas do ser humano.

Uma dessas maravilhas evolutivas, é possuida pela mais recente aquisição do corredor, uma jovem com cerca de 20 anos, 1,90m de altura, a massa de 2,7 sóis, e cujo peso oscila entre o mamute e o t-rex, segundo o meu sismógrafo que regista abalos de sensivelmente 4,5 na escala de Richter sempre que ela se encontra num raio de 100 metros.

Como sou um tipo felizardo, esta maravilha do mundo veio residir no quarto adjacente ao meu.

Continuando, esta representante magnífica do património genético Neandertal, possui então essa maravilha evolutiva, esse dom, que cientificamente deve ser designado por algo do género "emitar um leão enquanto sofre de um ataque de asma, uma central eléctrica em sobre-carga, a respiração do DartVader e o estouro de uma manada de Gnus, tudo ao mesmo tempo e enquanto dorme.

Eu chamo-lhe roncar como se não houvesse amanhã.

Escusado será dizer, que contar carneiros, vacas, cavalos, gnus, ou qualquer outro ruminante deixou de ser suficiente para provocar o estado de sonolência, o que confirmei ao chegar ao 305 128 345 693 129 e concluindo que desconhecia o numero que se seguia.

Curiosamente, abordagens geralmente mais funcionais como a biqueirada na porta ou a enxurrada de palavrões ininterrupta, assim como ouvir musica com volume para ser ouvido dois países ao lado, não tiveram qualquer efeito, pois pelos vistos, esta criatura tão unica que devia estar num zoo, possui outro incrivel dom: é capaz de se auto-induzir em coma, tornando-se assim imune a qualquer perturbação menor que a queda de um meteorito do tamanho da polónia a 25 metros de si.

Mal de mim por não possuir a mesma capacidade.

Presentemente encontro-me sobre medicação à base de veneno para ratos e algodão nos meus ouvidos e na traqueia e vias respiratórias da incrível Hulka, mas o fenómeno persiste e vai para uma semana que sonho constantemente com o meu ser a ser(isto é que é um manejo do português) espezinhado por uma manada de diplodocus em debandada.

Assim que acabar esta trampa vou começar a escrever uma carta para o conselho de segurança da ONU a exigir uma acção imediata que consista no abate ou transferência para Júpiter deste espécime.


P.S: Quem achar que eu sou contra os animais em vias de extinção, intolerante, xenófobo e/ou não souber o que é um diplodocus, Júpiter e/ou a ONU havia de pisar uma mina e desfazer-se em mil pedaços.

Uma boa tarde

segunda-feira, 30 de junho de 2008

EURO 200 e oito

Só para chatear, decidi escrever um texto com o titulo EURO 200 e oito, sem que o conteudo tenha um cu a ver com o dito evento. Porquê? 2 razões:

Razão 1 - Acho piada a escrever EURO 200 e oito desta maneira e faço questão que os anormais que organizam tais eventos saibam, para corrigirem em 2012.

Razão 2 - Porque me apetece.

Assim sendo, e correndo o risco de causar espasmos no esfíncter anal a muitos doentes mentais que necessitam de ver um comentário sobre futebol ou sobre o governo a cada 2 minutos para sobreviver, vou escrever sobre... fogos.

Por incrível que pareça, (isto há coisas que não se entendem) temos o país de novo a arder.

Atenção, não tenho nada contra os fogos, e até acho que atear um fogo de vez em quando é como beber um copo de vinho tinto às refeições, não pode fazer senão bem. Mas começo a ficar preocupado, porque o povo português é um povo de hábitos e parecendo que não, eu acho que os fogos de verão já começam a ser vistos quase como tradição.

Também não tenho nada contra as tradições e aliás poucas coisas me alegram mais o dia do que festejar o S.António, o S.Pedro e o S.João e ver a gorda da vizinha de 250 kg a arder que nem uma porca seguida por uma vara de putos ranhosos aos gritos enquanto a casa é incenerada e a mobilia contribui para o aumento de biomassa no solo.

É isso e a consequente entrevista para um qualquer canal de televisão, com um dos flancos com queimaduras de terceiro (por extenso) grau, um cheiro a entremeada capaz de por o estômago do entrevistador às voltas, e uma velha carpideira a chorar baba e ranho, que por acaso mora a 120 km do local do incêndio mais perto, mas foi para ali verter líquidos e contar as desgraças da sua vida porque ouviu que a televisão ia lá estar.

A mim o que dá me a volta a tripa de uma maneira que fico com a sensação que abortei o baço e de que, possivelmente nunca mais haverá felicidade entre a bicheza que me habita nos intestinos, é a borreguisse por trás desta situação.

Acho piada, ao cidadão português, que passa 85% do seu tempo a dizer mal, (sendo desses 85%, 40% a dizer mal do governo e do sistema, 25% a dizer mal da merda de vida que leva, das horas de trabalho, do ordenado e da mãe do patrão, 15% a dizer mal da selecção nacional de futebol, e os restantes 5% a dizer mal de tudo o resto), 10% a comer e a beber, 4,9% a dormir, 0,075% a ser sexualmente activo, 0,024% a queixar-se da sua vida sexual e levar bordoada na cabeça para aprender a tar calado, e 0,001% a usar a massa encefálica para uma actividade que exclua as anteriores, e que se queixa porque ninguém faz nada, não há dinheiro para nada, e todos os anos é a mesma coisa.

Ora se esta paramécia trissémica tivesse a capacidade mental para memorizar algo que tivesse passado há mais de 10 milisegundos, recordar-se-ia que muito provavelmente, na sua terra (seja no campo ou na cidade), nunca deixou de haver dinheiro, ou vontade, ou braços, para se fazer festas, para comer e beber que nem um boi e para se levar lá o expoente máximo dos apoiantes do aborto, um qualquer cantor de música pimba, para o pessoal andar a cantar e dançar que nem uns perdidos.

Nessa altura esta criatura com um Q.I. tão elevado como um poço de petróleo, de bandulho cheio e mãos num qualquer glúteo de uma sua conterrânea, não se lembra de estrebuchar e está a usar aqueles 0,001% da sua capacidade cerebral, parte essa do cérebro que lhe ocupa a área de um amiba anórectica e que se encontra dissolvida nesse momento em cerveja e vodka rasca.

Claro está, que o caso muda de figura, quando a vizinha de 250 kg decide entrar pela casa do caro acerebrado adentro, arrombando a porta, atropelando os 2 rottweilers que estavam descansaditos no quintal a fazer uns cocós, e incenerando a chafarica nem sendo capaz de fazer com que a sogra (que repousava no primeiro andar) batesse a bota. Aí sim, há bardajisse a dar com um pau.

Talvez, diria eu, à laia de sugestão, que índevíduos assim deviam ser abatidos à coronhada, porque nem merecem o gasto do chumbo, mas, os nossos iluminadíssimos antepassados, desenvolveram uma maneira bem mais proveitosa de lidar com este espécimes: dar-lhes grandes festas para que usem os seus potenciais cerebrais (deixando-os num estado perto do coma com o esforço), de maneira a que quando alguém se lembrar de fazer fogueiras debaixo de pinhais cerrados, a metro e meio de uma zona residencial, o melhor que se pode fazer é ir grunhir para debaixo das câmaras de televisão e esperar que o Zoo abra uma conta para proteger espécies em via de extinção.

Não me fodam!

Enquanto o maior esforço que fizer-mos for mandar bitaites e dizer mal, toda a merda há-de nos cair em cima e a culpa é tanto nossa como de quem nos manda a dita para cima. Aliás será mais nossa porque deixa-mos que nos enterrem em merda.

Viva Portugal!


P.S: Quem achar que eu sou bruto, rude, insencível, sarcástico, mal-educado e contra os santos populares e outras festas afins, devia ser enfaixado por uma traineira e nunca mais andar direito na vida.

O melhor para vocês e para os vossos.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Esclarecimentos...

Tornou-se necessário, devido a alguma polémica relacionada com o nome do do Blog, maioritariamente trazida à tona por ambientalistas radicais e puritanos das ciências biológicas com a mania que são espertos, gastar algum do meu tempo a prestar esclarecimentos para ver se nos entendemos e se poupo o trabalho de gastar as pontas dos dedos a repetir vezes sem contas o que para mim me parece óbvio.

Darei pois resposta a algumas das FAQ que me foram colocadas.

Nota: Antes de mais, esta será o ultimo artigo em que utilizarei a expressão "FAQ" neste blogue, sendo esta substítuida pela sua correspondente em português "PFF". O porquê? Experimentem dizer "FAQ" várias vezes seguidas e contem-me o resultado.

Parece que estão a mandar algém ir foder e que ainda por cima têm um defeito de pronuncia.


Assim sendo:


PFF 1: Porque é que este Blog se chama "Pesca Gnu's" e não "Caça Gnu's"?

R: Acontece que o criador de blogs não aceita o ç e só a ideia de existir um blog chamado "Caca Gnu's" mexe com a minha estabilidade nervosa.

PFF 2: Sendo o Gnu (ou boi-cavalo), um mamífero ungulado do género Connochaetes que habita nas planícies africanas, não parece inverosímil que seja pescado?

R: Talvez pareça díficil, mas faça-mos o seguinte raciocínio: O Gnu é o ser vivo de todos os que habitam a terra que mais se parece com a sogra. É horrivelmente feio, cheira mal, só serve para ser comido (por outros que estejam acima na cadeia alimentar e claramente a morrer de fome. Deus nos salve.), tem um bafo que mata, está sempre pronto a dar-te com os cornos ou a pensar numa maneira de te dar um coice, e usa aquela barbicha irritante, que não se parece com nada e que no entanto te dá vómitos de cada vez que a vez.

Ora, como o meu amigo deve saber, as sogras são anfíbias. Já foram avistados espécimes desta laia em quase todos os climas conhecidos, desde as estepes siberianas até aos desertos africanos.

Vários cientistas defendem que a migração dos hóminidios que antecederam o homem, e a sua expansão por todo o mundo se deveu maioritariamente a uma ameaça iminente, confirmada por registos fósseis, devido a um aumento drástico do numero de sogras em África.

Existe um estudo a decorrer de momento que tenta provar que a migração dos povos bárbaros que invadiram o imperio romano no século V, foi na verdade uma tentativa de fuga desesperada aos Hunos de Átila, que por sua vez fugia deseperadamente da sua sogra.

Eu próprio estou convencido que o resgate do soldado Ryan foi tão díficil porque ele próprio usou a guerra como fuga de emergência a uma sogra do pior, e decidiu fazer pirraça, apesar de o filme de Spielberg não revelar estas informações.

Isto tudo para provar o grande poder adaptativo que permitiu às sogras, assim como aos seus entes mais semelhantes, os Gnus, o domínio de uma grande variedade de meios, inclusive o aquático, razão pelo qual podem ser pescados.

P.S: Para que o caríssimo mamífero ungulado que escreveu esta pergunta idiota fique a saber, boi-cavalo deve ter sido a alcunha da sua mulher na universidade, e apesar de toda a connocheat que lhe deve ir na cabeça, parece-me inverosímil que se tenha apaixonado por alguém como o caríssimo. O que me leva a dar-lhe os parabéns pois deve ter uma situação financeira upa upa.

PFF 3: Como é que se pesca um Gnu?

R: As técnicas são variadas. Há quem use a tradicional cana, simples de usar, precisando apenas de linha, anzol e isco (o mais usado costuma ser um fardo de erva fresca, ou uma couve de bruxelas, categoria B, oriunda da Guatemala, porque é mais barata), mais utilizada para consumo próprio, uma vez que apenas se apanha um Gnu de cada vez, ou com sorte, dois se estiverem a acasalar ou se uma Gnu estiver grávida; há quem pesque com rede, mas apesar de esta técnica ter a vantagem de permitir apanhar uma maior contidade de Gnus (manadas por vezes), tem o risco de poder apanhar acidentalmente outras criaturas que possam ficar retidas nas redes e consequentemente estragar o gosto característico do Gnu, como a Zebra, a suricata ou o Gafanhoto entre outros. Os caçadores africanos mais ousados utilizam ainda a lança ou a moca, aguardando nas margens dos grandes lagos, ou nas suas embarcações (se quiserem apanhar Gnus de águas mais profundas), e dando-lhes uma valente cacetada quando estes inevitávelmente vêm à superfície respirar.

Espero ter esclarecido as dúvidas colocadas, e espero que idiotas como os que as colocaram sejam espezinhados furiosamente por uma manada de Gnus (se viverem em África ou perto de um Zoo), ou por uma manada de Sogras se residirem num local que não satisfaça as condições anteriores.

Partam uma perna.