Contagem para o Fim do Mundo

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Violência (In)fantil

Estava hoje por acaso a apalpar um jornal, e dou de caras com uma notícia sobre violência nos namoros, segundo a qual cerca de 20% dos portugueses (de ambos os sexos entenda-se) entre os 15 e os 25 anos leva no toutiço e 30% afirma arrear no parceiro/a.


O meu desgosto foi tal que ainda agora estou com os beiços colados à ventoinha para ver se não me apago de vez. Esta notícia é calamitosa!

Já nem falo do desastroso clima social que permite que tal coisa aconteca, assim como a motivação que tal notícia dá à ASMA (Associação de Sado-Masoquistas Algarvia), para a qual aproveito para deixar um abraço compincha, mas acho que é de valor focar a idiotisse destes factos.

Ora vejamos, segundo este estudo cerca de 1/5 dos portugueses apanha, mas 1/3 dá... enfim... eu sei que a nossa matemática não é forte mas isto é... estupido....

Problemas matemáticos à parte, não é difícil perceber que realmente este tipo de fenómenos, apesar de não acontecerem exclusivamente em Portugal, são para além de frequentes, tolerados e por vezes até encorajados e respeitados pela e na nossa sociedade.

Possivelmente, se hoje um qualquer Neandertal vivesse, ficaria orgulhoso de ver que tantos milhares de anos após o seu auge, ainda existem descendentes capazes de honrar o seu nome.

Mas penso, que só para alguém muito ingénuo ou muito cego, é que esta notícia pode ser vista como uma novidade. Nós vivemos numa sociedade (quer a nivel rural quer citadino) em que é "in", é "cool" e dá status social, fumar (se for droga melhor), beber que nem um boi, contrair ou ter contraido pelo menos 15 doenças venéreas e obviamente arrear à grande (ou moderamente que é a noção de romantismo de muito boa gente) na namorada/o.

Evidente parece ser, que os rapazes se mostram mais susceptíveis as este tipo de pressões, e como tal são eles os maiores perpectuadores destes vergonhosos comportamentos, apesar de que ao que parece, o caso oposto (raparigas a agredirem os namorados) parecer estar a tornar-se cada vez mais frequente.

Até consigo ouvir os comentários das pessoas após verem o referido artigo: "Ai! Os jovens hoje são uns deliquentes! Uns reguilas! No meu tempo isto não era nada assim!!!".

Ora, meus caros, tá claro que nenhum português que tenha nascido no séc XX poderá dizer que no seu tempo não era nada assim. É verdade que o Alzheimer e outras doenças degenerativas do sistema nervoso proliferam, mas enquanto se lembrarem do vosso nome tenham juízo e lembrai-vos também do resto.

Quem dos senhores e senhoras, hoje dos seus 70s e 80s, poderá dizer que no seu tempo não havia crime juvenil, não havia insucesso escolar e não havia violência nos namoros?

Mais perto da verdade estariam se dissessem que não havia crime juvenil porque ninguém os apanhava, quando os apanhavam não era notícia, era raro quem ia há escola e a malta enfardava e calava. Mas pelo menos em relação à ultima parte têm razão. Tendo em conta que os jovens se casavam por volta dos 17 anos, acredito que a violência nos namoros fosse menor que hoje em dia, pois custa-me a acreditar que miudos de 11 anos andassem a bater nas suas prometidas.

Também os senhores e senhoras dos seus 30s e 40s, que nasceram ou cresceram nos loucos anos 70, não só não me parece que possam dizer que tais fenómenos não existiam no seu tempo, como curiosamente são os seus filhos que os estão a perpetuar. Há coisas curiosas ahn...?

Sugiro que se pense no porquê destes episódios existirem e persistirem em vez de se mandar bitaites, que para isso tou cá eu.

Quanto a mim, se vir um desses degenerados parto-lhe as pernas para ver se aprende.

Finda a trampa escrita, vou fumar um charro, beber 2 garrafas de vodka com a minha esposa, sair para espalhar a sífilis, e voltar para arrear na esposa que ela depois de bêbeda não se atura.

Amanhã vou relatar o meu feito ao IML (Instituto dos Machos Latinos) e subir uns quantos lugares no ranking dos homens com mais testosterona no sangue, e ser aclamado por umas boas dezenas de culturistas homossexuais. Isto sim é prestígio.

O melhor para vocês e para as vossas esposas.

3 comentários:

Anónimo disse...

Lá ta você a dizer mal da gente velha, até parece que não tem avós!! No tempo deles não havia nada pk o Salazar n deixava, trengo do caraças!!
A sorte dos de hoje é o instituto nacional de estatistica, pk so assim descobrem as carecas!!!
Viva as coças!!! Matem-se todos,ahahaha

P.s- Leva na peida!!!!!!!!!
Nada me afecta!!!!!!ahahhahahaha

Anónimo disse...

Boa noite Jovem,

Quero deixar aqui só uma palavra:
para quem se gaba de que escolheu o nome deste blog devido a questões de português, cometeu a idiotice de escrever "idiotisse"
É uma pena que ´já que é um defensor acérrimo da língua e escrita portuguesa tenha estes erros infantis.

Abraços
REVISOR DA VERDADE

Carpacinto Estruliano disse...

“Revisor da verdade”?! Sim senhora. Eu diria antes “Revisor da quantidade de trampa que te vai na cabeça”. É um pouco comprido eu sei, mas ilustra bem melhor a realidade.

Mas vendo que sofres simultaneamente de uma anomalia cerebral degenerativa e de uma falta de sexo crónica, vou ter a gentileza de esclarecer alguns pontos à tua pessoa retardada:

Ponto 1 – Tu és claramente uma gaja, porque está provado que 110% das pessoas que tem o discurso afectado e carente com aquele tragozinho de “reparem em mim porque escrevo português sem erros”, são mulheres. Assim sendo, segundo a gramática portuguesa, o género feminino é seguido do sufixo (a), logo és a “revisora da trampa que te vai na cabeça” e não revisor.

Ponto 2 – És um naco de merda com a mania que és esperta porque cada vez que vens aqui largar uma centelha da tua cretinice vens com um nome diferente e achas que eu não te reconheço por isso.

Ponto 3 – És burra que nem um pneu de tractor, porque se não gostas deste blog devias era ir dar uso à anilha em vez de vires aqui gastar o meu tempo.

Ponto 4 – És cega, parva, alucinada ou simplesmente tens problemas de interpretação, porque nunca foi escrito em lado nenhum, que este blog tinha sido criado para a utilização e/ou perpetuação do bom português. Aliás, qualquer pessoa que tenha mais que ar e cabelo dos ombros para cima percebe que isto não é propriamente um espaço dedicado à língua portuguesa.

Ponto 5 – És de certeza tão feia, que mesmo sem seres muçulmana a tua família insiste para que uses uma burca.

Ponto 6 – Possivelmente se fosses inteligente tentavas descobrir a grande vocação que acredito que tens para a famosa modalidade “estar sem respirar até ficar roxa” e começar com um treino de 10 minutos, de preferência debaixo de água e presa a um peso de 500 kg.

Ponto 7 – Se nunca te disseram…. Lamento mas és uma frustrada e devias procurar ajuda psicológica para esse teu problema.

Ponto 8 – O melhor para ti e para os teus e espero que estejas a saltar num trampolim e vás de cornos a uma asa delta.